quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Pesquisa aponta que sexo alivia dores de cabeça



Quem é que nunca ouviu aquela velha desculpa “amor, hoje não dá… estou com dor de cabeça”. Antes mesmo que você tenha uma vontade incontrolável de quebrar o computador, pense pelo lado positivo. É que pesquisadores da Universidade de Münster, na Alemanha, afirmaram categoricamente que o sexo, na realidade, pode ajudar aliviar as dores de cabeça.

Por cerca de dois anos, os cientistas acompanharam de perto pacientes que sofriam com enxaqueca ou cefaleia. Entre os 400 entrevistados pela pesquisa, 132 pessoas afirmaram terem mantido relações sexuais enquanto estavam com dor de cabeça. O resultado é mais que animador: 60% dos pacientes com tinham enxaqueca e 36% dos que tinham cefaleia se sentiram aliviados.

A explicação científica é que o sexo aumenta de endorfina – substância que alivia dores. Então, meu caro, quando ouvir a maldita reclamação, já sabe: leve-a para a cama e faça bem feito. São boas as chances de ela lhe agradecer para a sempre.

Transar faz bem para a saúde

Cinco ótimos motivos para você manter uma atividade sexual constante



Que sexo é bom, não é nem preciso dizer. Alguém duvida? O que nem todos sabem são os benefícios secundários que a atividade sexual produz. E são muitos. Não é à toa que se trata de uma necessidade fisiológica — firmemente aconselhada a ser praticada constante e periodicamente. A seguir, confira os cinco principais benefícios que você obtém quando transa. Sabemos que não é preciso essa argumentação para convencer que sexo é bom. Mas pode funcionar, talvez, para convencer sua paquera.

Reduz a ansiedade

Se por um lado a eminência de fazer sexo provoca a ansiedade, o grande remédio para isso é só um: sexo! Talvez não seja tão simples assim, mas o fato é que a atividade sexual reduz, segundo pesquisas, a ansiedade tanto em roedores como em humanos. Um estudo de julho de 2010, revelado pela publicação científica americana PLoS ONE, mostra que ratos sexualmente ativos apresentam comportamento ansioso inferior àqueles que foram impedidos de ter relações sexuais. Sexo é também relaxante e mantem a pressão sanguínea em níveis normais quando as pessoas são submetidas a tarefas estressantes, diz o mesmo estudo.

Produz felicidade

Nada de novo, certo? Sexo e felicidade andam de mãos dadas. Um estudo publicado em 2004 no The American Economic Review com 900 mulheres listou as atividades diárias que mais produzem satisfação: “relações íntimas”, foi a resposta da maioria. O estudo também estima que a atividade entre lençóis provoca uma felicidade equivalente a um aumento salarial de 4 mil reais.

 Aumenta a imunidade

Segundo um estudo da Eastern Psychological Association Convention, de 1999, aqueles que praticam sexo de uma a duas vezes por semana apresentam níveis superiores de anticorpos da imunoglobulina A, a IgA, uma da primeiras defesas do corpo contra infecções.

Alivia dores

Orgasmos têm esse poder. Uma pesquisa da Rutgers University revelou que as mulheres obtém mais resistência às dores durante a estimulação vaginal e o orgasmo. Os resultados foram tão expressivos que os cientistas tentam isolar a química ou a resposta cerebral responsável por essa imunidade à dor.

 Evita relações neuróticas

Sexo tem esse poder inquestionável: mantém o casal em paz. Principalmente nas uniões recentes, em que, apesar da paixão, há uma grande variação de humor entre o casal e preocupações excessivas. Nesses casos, nada  resolve mais do que muito sexo.

Reduz risco de câncer de próstata

Um estudo do Journal of the American Medical Association acompanhou 30 mil homens, incluindo 1500 que acabaram apresentando câncer de próstata. Aqueles que ejacularam 21 vezes ou mais em um mês apresentaram um terço a menos de possibilidade de desenvolver o câncer, comparado aos homens que ejacularam de quatro a sete vezes por mês.

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

As mulheres sentem falta de romance

Ivan Martins, autor do livro “Alguém especial”, fala sobre relacionamentos



Mulheres, homens, jovens, adultos, não importam as diferenças… Quando se trata de relacionamentos amorosos, as questões parecem ser mesmo universais. E algumas dessas questões são abordadas de forma sensível e inteligente nos textos do jornalista Ivan Martins, agora reunidos no livro “Alguém especial – crônicas de amor, sexo e outras fatalidades”(Editora Benvirá).

Em entrevista exclusiva ao Bolsa de Mulher, o autor fala sobre os principais motivos que levam os casais ao desentendimento e as principais mudanças de comportamento de homens e mulheres.

Você é considerado pelas mulheres um homem que as compreende. Em geral, acha que é isso que as elas sentem falta nos homens?

Minha mulher não acha que eu sou um homem que compreende… Mas eu acho que, de alguma forma, incorporei parte do ponto de vista feminino em questões importantes. Me parece, sim, que algumas mulheres sentem falta de cumplicidade nos seus homens. Quantas, porém, gostariam de ter ao lado um cara que ecoasse os seus problemas, em vez de limitá-los pela diferença e até pela incompreensão? Não muitas, eu acho. Em suma, existe espaço para um outro tipo de homem e um outro tipo de relação entre homens e mulheres, mas nem todo mundo está interessado.

Por que os homens não gostam de discutir a relação? Como deve ser a abordagem das mulheres nesses momentos?

Os homens que eu conheço melhor, adoram discutir a relação. Não gostam de ser cobrados ou postos contra a parede, o que é outra coisa. Quando se trata de relacionamentos, os homens são mais fracos em tomar decisões. Muitos tendem a empurrar com a barriga e transferir para as parceiras a responsabilidade pelos grandes movimentos da relação. Daí certa tendência a evitar as conversas sérias. Mas há um outro tipo de dificuldade: muita gente entre nós – homens e mulheres – não tem paciência para ‘mi-mi-mi’. Logo, se você é dengosa e/ou insegura, escolha um parceiro que dê o ombro e curta uma conversa demorada e… frequente. Não acho que dê para ensinar um macho impaciente a lidar com esse tipo de sentimento.

Qual o principal erro que as mulheres cometem em relacionamentos? E os homens?
As mulheres muitas vezes viram mães de seus homens. Isso é um erro medonho. Há aspectos maternais e paternais em todas as relações, mas se eles se tornarem dominantes, o tesão vai embora e aflora o ressentimento. Os homens, por sua vez, tendem a tomar o amor da mulher como uma coisa assegurada, permanente, e passam, sem perceber, a dar menos valor ao sentimento e à pessoa. Assim podem acabar perdendo. O principal conflito masculino é a monogamia, ou, posto de outra forma, a impossibilidade de reafirmar sua própria capacidade de sedução. As mulheres, me parece, sentem falta de romance. Adoram estar numa relação estável, mas adorariam sentir de novo aquele frio na barriga. Dá para perceber que estamos falando da mesma coisa, né? As linguagens é que são diferentes.

É comum ouvirmos que as mulheres mudaram muito e que isso está deixando os homens perdidos, sem saber como agir. Você concorda?

Acho que ela mistifica a situação. As mudanças na vida e no comportamento das mulheresnão se deram de uma hora para outra. Ninguém acordou de repente num mundo em que as mulheres tinham poder de decidir sobre si mesmas. Quero dizer com isso que os homens convivem com essas mudanças há muito tempo e estão acostumados a elas. Alguns não gostam, mas isso é outra história. Reacionários e conservadores gostariam de continuar a ter poder sobre as mulheres. E homens mais velhos às vezes se ressentem do comportamento sexualmente mais pragmáticos das meninas, que lembra muito o comportamento deles. Mas, dito isso, não vejo homens de 20 ou 30 anos fazendo comentários queixosos sobre as garotas da idade deles. Essencialmente, eles compartilham os mesmos valores.

O que você diz nos seus textos é baseado em histórias pessoais que você viveu ou presenciou, ou os leitores também te enviam sugestões de temas?

Minha fonte primária sou eu e a minha capacidade de observar. A fonte secundária são as pessoas ao meu redor, o que elas fazem e contam. Sugestões vêm em terceiro lugar na lista de inspirações, mas são importantes. Eu evito usá-las em demasia para não fazer da coluna um consultório sentimental ou uma zona de eco dos sentimentos dos leitores. Minha proposta é surpreendê-los com temas, idéias e sentimentos que eu acho por aí. Acho que as minhas idiossincrasias tornam  os textos mais interessantes. E mais úteis.

O sucesso dos seus textos mostra que, de certa forma, as questões sobre relacionamentos são universais?

Comecei a escrever sobre relacionamentos porque era um assunto importante para mim e para os meus amigos e amigas. O crescimento do número de leitores sugere que talvez seja importante para muito mais gente. Acho que é uma consequência dos tempos. As pessoas estão vivendo muitos relacionamentos ao longo da vida. O romance, a frustração amorosa, a procura pelo parceiro ideal – que antes acabavam com o casamento – agora tendem a se prolongar pelo resto da vida. Isso torna as conversas sobre relacionamento algo de interesse permanente, eu acho.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Ciúme, esse mal que acaba com os relacionamentos



Você é daquelas que só de o companheiro demorar um pouquinho mais para atender o telefone já pensa que ele está te traindo? Ou é o contrário, você é que sofre com o ciúme do maridão? 

No final das contas não importa, o ciúme é um sentimento universal que acomete a ambos os sexos, mesmo que de forma um pouco diferente: pesquisas mostraram que os homens tendem mais a sentir o ciúme sexual e as mulheres o emocional. Seja como for, lá vai uma boa notícia – os óleos essenciais podem ser uma saída para quem quer se livrar do relacionamento doentio, sem abrir mão do parceiro.

É isso mesmo, especialistas afirmam que a Aromaterapia pode influenciar tanto no comportamento do casal, que essa pode ser uma dica quente para regular as coisas sem apagar o fogo do amor e sexo. Estudos ao redor do mundo já mostraram que o ciúme é uma emoção que acompanha a Humanidade desde o início dos tempos, e ele é normal quando se ama alguém, dentro de alguns limites.

Misto de insegurança pessoal e baixo autoestima, ele é mais doentio quando o ciumento sente-se ameaçado o tempo inteiro na relação e está sempre disposto a descobrir alguma coisa errada que o outro está fazendo. A pessoa no fundo sente-se inferiorizada em relação ao parceiro – e é aí que os óleos essenciais entram, procurando regular esse sentimento.

A ideia é influenciar no comportamento estimulando áreas do cérebro através do aroma. O princípio é o mesmo de quando você sente um cheiro ou um perfume que traz boas lembranças da infância, por exemplo.

Aqui há algumas dicas quentes de óleos essenciais que podem fazer efeito emocional através de suas propriedades aromaterápicas, já que cada um deles age de uma forma diferente no cérebro. Alguns são tipicamente brasileiros, como o Pau Rosa, que é ótimo para pessoas muito críticas, trabalhando a flexibilidade nas avaliações dos outros e a própria noção de felicidade. Já o de Rosas, um dos mais tradicionais e sofisticados, resgata a autoestima e a confiança em si mesmo, trabalhando medos e o desequilíbrio de emoções.

Há ainda os Ylang Ylang, que atinge principalmente as áreas do egoísmo e do ciúme propriamente dito, além de ser conhecido como antidepressivo e afrodisíaco. Os casos mais graves devem ser tratados também com o de Litsea Cubeba. Com um cheirinho que parece de capim limão, ele mexe com a rigidez dos sentimentos, levando mais clareza aos relacionamentos e combatendo o medo e a insegurança ou desconfiança. 

Fonte: http://mulher.net/2013/04/05/

A importância de manter contato



Relacionamentos são verdadeiros cultivos: é preciso estar sempre atento e cuidar deles. Seja amizade, família, amor, os cuidados são necessários e fundamentais para a sua saúde e bem-estar.

No caso amoroso, principalmente em casamentos, o descuido acontece sim. Correria, falta de tempo, cuidado com os filhos, com a casa, tudo se intromete no meio da relação. E o que começa com uma linda história pode se rachar.

O fundamental para uma relação saudável, segundo Regina Favre, filósofa e terapeuta, é um ambiente de colaboração. “E para isso é necessário maturidade. Quem não tem maturidade, abusa, domina, mama, depende, se mistura”, diz.

Como ninguém é perfeito, tudo isso é construído. A maturidade vem, claro, à custa de muito trabalho, conversas, atividades. E ela precisa ser alcançada nas muitas dimensões que temos, todos nós: profissional, pessoal, relacional… são só algumas dessas dimensões.

Casais separados  (ou unidos) pela rotina

Entre os casados, a situação mais comum é perder o contato por conta da rotina. Trabalho, casa, filhos, contas. Os afazeres são muitos e, em geral, esbarram na falta de colaboração dentro de casa.

Uma história que ilustra bem: um casal de 35 anos com um filho de 5. Ela se encarrega do transporte do filho para a escola, das compras, dos cuidados com a casa, das refeições. Ele não participa de nada disso. No máximo brinca com o pequeno no fim do dia, e, nos finais de semana, “ajuda”. O resultado a médio prazo? As coisas esfriam, o casal entra em rota de separação.

Segundo o IBGE, embora as pessoas estejam se casando mais, também aumentou o número de separações. É o resultado estatístico do estilo de vida dos casais nas grandes cidades brasileiras.

“O que acontece, na maioria das vezes, é que com a divisão injusta de tarefas a colaboração não existe e as pessoas ficam insatisfeitas”, conta Regina. Criar proximidade, compartilhar tarefas, fazer coisas juntos são santos remédios para produzir um dia-a-dia mais prazeroso. Sim, prazeroso, porque segundo a terapeuta, o prazer resulta de algo bem-feito.

Algumas ideias para criar mais momentos íntimos entre vocês:

Colocar os filhos para dormir numa hora boa

Assim vocês podem ter um tempo para ficar juntos. Não, não precisa fazer nada, podem ler, assistir TV ou um filme, meditar. Não importa o que vocês farão, importa estarem juntos e presentes.

Cozinhar juntos

Comida exige atenção e carinho, cuidados na preparação. Cozinhar junto é uma ciência e uma arte. Vocês vão se conhecer melhor, descobrir gostos (para os recém-casados) e cuidar da saúde um do outro. E pode ser divertido – principalmente quando o resultado é bom.

Caminhar ou correr a dois

Não é preciso um fim de semana sem crianças ou qualquer malabarismo. Caminhem ou corram juntos, participem de corridas, criem uma rotina de esporte conjunto. A camaradagem que nasce destas atividades é única – e faz muito bem ao relacionamento.

Fuja do senso comum

O senso comum é que casais devem fazer as coisas de determinadas maneiras, seguindo regrinhas. Fuja desses clichês. Intimidade é algo pessoal e intransferível. Só vocês dois poderão descobrir o que é bom para vocês.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Noiva erra de quarto e faz sexo com padrinho após casamento na China

Noiva errou de quarto ao voltar do banheiro na manhã após o casamento. Casal processou padrinho, mas Justiça disse que ele não fez nada errado.



Uma noiva chinesa se confundiu e fez sexo com um dos padrinhos na manhã seguinte após seu casamento na comarca de Napo, em Guangxi. A mulher disse que só percebeu que o homem na cama não era seu marido após o fim do ato sexual.

Segundo a imprensa chinesa, a noiva estava na cama com o marido, mas levantou para ir ao banheiro. Na saída, desnorteada, a mulher errou de quarto e acabou deitando na cama em que estava o padrinho. O homem começou a cariciá-la, e os dois fizeram sexo.

Ao descobrir que havia mantido relações sexuais com o padrinho, a noiva se desesperou e acusou o homem de abuso. Ela e seu marido pediram uma indenização 20 mil iunes (R$ 7,16 mil), mas o padrinho se negou a pagar a quantia.

Sem acordo, o casal chegou a entrar com uma ação contra o padrinho, mas a Justiça considerou que ele não teve nenhuma culpa, pois foi a mulher quem errou de quarto e manteve sexo consensual, sem perceber que o homem não era seu marido. O incidente ocorreu no dia 30 de agosto, mas foi divulgado neste mês pela imprensa chinesa.

Pesquisa define importância do beijo nos relacionamentos

O toque dos lábios representa mais do que se imagina e pode ter papel fundamental na escolha do parceiro



"Um beijo é apenas um beijo", diz a tradução da clássica canção-tema de “Casablanca”, “As Time Goes By”. Mas um novo estudo contradiz a máxima. Segundo a pesquisa, beijar ajuda a avaliar parceiros potenciais e, uma vez engatada a relação, a mantê-los por perto.

O estudo incluiu mais de 900 adultos que responderam a um questionário online sobre a importância de beijar, tanto em relacionamentos curtos quanto nos mais duradouros. De maneira geral, as mulheres, mais do que os homens, consideraram o beijo como algo importante na relação.

Beijar também foi avaliado como mais importante por homens e mulheres que se veem como atraentes. E por quem tende a ter mais relações curtas e encontros casuais, segundo as conclusões publicadas na edição de outubro do jornal “Archives of Sexual Behavior and Human Nature”.

Estudos anteriores mostraram que mulheres tendem a ser mais seletivas quando escolhem um parceiro, assim como homens e mulheres mais atraentes ou que têm mais parceiros de sexo casual. Como estes são os mesmos grupos que tendem a valorizar mais o beijo nas respostas à pesquisa, isso sugere que beijar ajuda na avaliação de parceiros potenciais, segundo os pesquisadores da Universidade de Oxford.

Os resultados do estudo sugerem que o beijo pode servir para uma avaliação subconsciente de potenciais parceiros pelo gosto ou cheiro, trazendo pistas biológicas de compatibilidade, genética e saúde geral.

Uma pesquisa anterior também descobriu que mulheres valorizam mais comportamentos que fortalecem relacionamentos duradouros. Já esta pesquisa descobriu que a importância que se dá para o beijo muda de acordo com a duração do relacionamento, e que as mulheres dão mais importância a ele em relações de longa duração -- o que sugere que o beijo também tem um papel importante em manter o afeto e a ligação entre casais estabelecidos, disseram os pesquisadores.

"Nos relacionamentos sexuais humanos, beijar tem uma prevalência incrível em vários aspectos, em praticamente todas as sociedades e culturas. O beijo é visto em nossos parentes primitivos mais próximos, chimpanzés e bonobos, mas é muito menos intenso e menos comumente usado", disse Rafael Wlodarski, autor do estudo, em um comunicado aos jornais.

"Este é um comportamento humano incrivelmente amplo e comum e, por extensão, bastante ímpar", Wlodarski disse. "E nós ainda não temos muita certeza das razões para isso". Estas descobertas mais recentes podem fornecer algumas respostas.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Primeiro drive-in do sexo na Suíça tem início modesto na abertura

Após negociar programa, cliente deve usar cabine instalada no local

Recebido por um grupo de jornalistas em vez de prostitutas, o primeiro freguês a entrar em um drive-in do sexo na Suíça na noite de abertura fez uma curva e saiu em disparada.



O segundo carro, um veículo de família dirigido por um homem usando óculos escuros sob o céu nublado da tarde, quebrou e precisou de ajuda para fazer o motor funcionar, diante de vários fotógrafos rindo por trás de suas câmeras.

As autoridades de Zurique disseram que esperavam um início modesto para as primeiras "cabines de sexo", uma fileira de garagens de madeira ao estilo drive-in em uma pista sinuosa onde os cliente podem visitar as prostitutas em seus carros, protegidos dos olhares curiosos e das câmeras de segurança.

Com um faturamento anual estimado em cerca de 3,5 bilhões de francos suíços (US$ 3,79 bilhões), a prostituição é legal na Suíça desde 1942. As profissionais do sexo de Zurique são obrigadas a ter uma licença especial, seguro saúde e a pagar impostos.

As cabines de sexo, que repetem sistemas similares de drive-in existentes na Holanda e na Alemanha, estão sendo apontadas como uma maneira de tirar o grande número de prostitutas e clientes das ruas suíças.

Com botões de pânico em cada galpão, chuveiros, além de uma área de serviço e funcionários de saúde no local, os defensores do drive-in dizem que o sistema oferece relativa segurança às profissionais do sexo e privacidade a seus clientes, ao mesmo tempo em que reduzem o transtorno aos moradores.

"As condições para as mulheres eram completamente anti-higiênicas e perigosas, elas tinham que trabalhar na mata ou em estacionamentos isolados", disse Ursula Kocher, do Departamento de Bem-Estar Social de Zurique, de pé em frente a uma das caixas.

Somente quatro prostitutas estavam no local no início da noite, mas Kocher disse ter certeza que mais mulheres iriam para o local, onde terão acesso a contraceptivos, aconselhamento e consultas de saúde sexual.

As prostitutas no local não quiseram falar com os jornalistas, nem permitiram que tirassem fotos delas.
Alguns críticos expressaram preocupação que a fascinação de novidade com as cabines de sexo, que custaram aos contribuintes mais de 2 milhões de francos para construir, seja uma distração de questões mais sérias sobre exploração e tráfico humano.






Conheça os otaku, os japoneses que preferem namoradas virtuais a sexo

Aficionados por mangá e anime têm comportamento que agrava o problema de baixa natalidade do país



A não ser que algo aconteça para melhorar o índice de natalidade do Japão, a sua população vai diminuir por um terço entre agora e 2060. Um motivo para a falta de bebês é o surgimento de uma nova 'categoria' de homens japoneses - os otaku, que gostam mais de literatura mangá, anime e computadores do que sexo no mundo real.

Tóquio é a maior metrópole do mundo, com 35 milhões de habitantes, e é difícil acreditar que natalidade seria um problema aqui.

Mas Akihabara, área da cidade com forte tradição de cultura mangá e anime, oferece uma pista sobre um dos problemas do país. Akhibara é o paraíso dos otaku.

Trata-se de uma geração de nerds que cresceu durante os últimos 20 anos de estagnação econômica. Eles preferiram se desligar do resto do mundo e imergir em suas fantasias. Hoje adultos, eles seguem com esse comportamento.

Kunio Kitamara, da Associação Japonesa de Planejamento Familiar, descreve estes japoneses como 'herbívoros' - passivos e sem desejo carnal.

Como no colégio

Eles são muito diferentes dos ambiciosos 'machos alfa' do pós-Guerra, que na consciência coletiva do Japão foram responsáveis por reerguer o país e transformá-lo em uma superpotência.

Já os otaku vivem uma vida mais sedentária e com pouca interação com o sexo oposto.

Uma pesquisa do ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar em 2010 afirma que 36% dos japoneses com idades entre 16 e 19 anos não têm interesse em sexo - o dobro do registrado no levantamento realizado dois anos antes.

Dois otakus - Nurikan e Yuge - conversaram com a BBC sobre suas namoradas virtuais. As 'meninas' chamam-se Rinko e Ne-ne, e são partes do jogo de vídeogame Love Plus, da Nintendo.

É o tipo de relacionamento que gostaríamos de ter tido quando estávamos no colégio", diz Nurikan.
No jogo, ele tem 15 anos, apesar de na vida real estar com 38.

"Enquanto eu tiver tempo, vou continuar com esse relacionamento para sempre", diz Yuge, de 39 anos.
"Como ela está no colégio, ela passa para me pegar pela manhã e vamos juntos para a escola. Depois da escola, nos encontramos nos portões e vamos para casa juntos. No jogo, eu tenho 17 anos de idade."

Yuge diz que costuma colocar Ne-ne - ou pelo menos a capa do jogo do Nintendo - em sua bicicleta, e que tira fotos junto com o jogo em vários lugares.

Ele é solteiro e tem vontade de conhecer uma mulher de verdade. Já Nurikan é casado. Mas ambos dizem que é mais fácil ter uma namorada virtual do que uma real.

"Na escola, você pode ter relacionamentos sem pensar sobre casamento. Com namoradas de verdade você precisa sempre considerar se vai casar. Então eu penso duas vezes antes de namorar uma 'mulher 3D'', diz Yuge.

Nurikan diz que sua esposa real não sabe da existência de Rinko, e espera nunca ter que escolher entre uma das duas.

Pais

Especialistas não sabem dizer exatamente porque esse mundo de fantasia tem tanto apelo entre os otaku.
O sociólogo Roland Kelts, baseado em Tóquio, diz que muitos japoneses são pessimistas sobre seu futuro. Eles não acreditam que terão a possibilidade de igualar a renda de seus pais, e por isso não querem se comprometer com relacionamentos.

"Se você comparar com China e Vietnã, por exemplo...Ali, a maioria dos jovens vão de moto para boates e dançam bastante, talvez tendo relações sexuais, pois eles sabem que estão melhorando, que vão superar a renda dos seus pais. No Japão, ninguém se sente assim", diz ele.

Muitas pesquisas mostram que mesmo quando estão em relacionamentos, japoneses e japonesas têm poucas relações sexuais. Um levantamento mostra que apenas 27% disseram fazer sexo todas as semanas.
O número de casamentos também desabou, assim como a quantidade de bebês nascidos fora do casamento.

Outro problema populacional no Japão é a falta de imigração. Na Grã-Bretanha, uma em cada oito pessoas nasceu no exterior, comparado com uma em 60 no Japão. As regras de imigração seguem muito rígidas no país.

O Japão mantém sua cultura singular no mundo globalizado, mas em alguns casos - como no dos otaku - isso pode ser até mesmo prejudicial para os problemas populacionais do país.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Vibradores “Basic”: cores vibrantes e intensas como você


Erotic Point acaba de trazer para o Brasil os novos produtos da marca Nanma. São diversos acessórios feitos com o máximo de qualidade, sendo que os materiais utilizados para fabricação são de primeira linha, o que beneficia o usuário de modo que o prazer seja alcançado com segurança e conforto.

A Erotic Point, distribuidora exclusiva da Nanma no Brasil, apresenta a linha “Basic”, que é uma coleção de vibradores clássicos com um toque de modernidade.

Feitos em diversos tamanhos e cores, os vibradores possuem vibração multivelocidade e é controlado por um botão giratório fixado na base do acessório.

Os vibradores da linha Basic são ideais para quem busca um produto simples, mas que proporcione momentos intensos de prazer com qualidade, eficiência, conforto e segurança. Disponível nas cores verde, rosa, laranja e vermelho. Confira abaixo alguns modelos da linha Basic. Além disso, todas as novidades da Nanma podem ser vistas no site da Erotic Point. 






Técnicas para esquentar ainda mais sua cama

Com os movimentos certeiros e as técnicas de respiração e massagem a seguir, suas noites sob os lençóis nunca mais serão as mesmas



Pode acontecer com qualquer uma: depois de certo tempo, o sexo entra no piloto automático e, antes que você e seu amor se deem conta, a relação fica mais sem graça do que pão amanhecido. Mas, acredite, é possível fazer seu quarto entrar em ebulição novamente. Você não vai precisar ser malabarista, muito menos comprar um kit com brinquedinhos da sex shop – a não ser que curta, é claro. “Pequenas mudanças já serão suficientes”, diz a inglesa Lori Boul, psicóloga e autora de DIY Sex and Relationship Therapy (inédito no Brasil). “Assim, a situação entre vocês é alterada sem a ansiedade de um salto grande.” Precisa de um pouco de inspiração erótica?

APERTE O CINTO 
Em resumo, o orgasmo é um acúmulo de tensão que se libera em uma deliciosa onda de prazer. Quanto maior a tensão, mais intensos serão os seus gemidos. Interessada? Fortaleça sua musculatura pélvica e contraia a vagina durante a transa. “Um bom exercício para fortalecer a região vaginal é segurar e soltar o xixi quando for ao banheiro”, explica Elaine. Ao se conscientizar sobre o funcionamento dessa musculatura, poderá exercitá-la a qualquer momento. Mas a especialista alerta: “Pode demorar até conseguir esse controle. Por isso, tenha paciência”.

Coloque em prática: contraia a região pélvica quando estiver se aproximando do orgasmo. “Normalmente é o cérebro que desencadeia a excitação para o corpo, mas, nesse caso, seu corpo é quem estará mandando uma mensagem para o cérebro, fazendo com que o prazer seja amplificado”, explica Emily Nagoski, autora de The Good in Bed Guide to Female Orgasms (inédito no Brasil). Prepare-se para experimentar uma satisfação sexual cada vez maior.

FOQUE NO ATO 
Nós, mulheres, só atingimos o clímax se deixarmos de lado as preocupações. Um estudo realizado pela Universidade de Groningen, nos Países Baixos, confirmou que a parte do cérebro feminino ligada às emoções precisa ser desligada para que o orgasmo aconteça. Para esvaziar a cabeça, atente ao que acontece sob os lençóis e em como se sente com cada toque do parceiro. Uma maneira de facilitar essa tarefa é praticar a meditação orgástica (OM), uma combinação entre o aumento da atenção nas carícias que seu corpo está experimentando e o poder de deixar de lado sua lista de afazeres.

Coloque em prática: “Foque por 15 minutos na sensação da carícia do parceiro no seu clitóris”, diz a americana Nicole Daedone, criadora da OM e autora de Slow Sex: The Art and Craft of the Female Orgasm (inédito no Brasil). Use esse princípio em todo toque sensual que receber. Em vez de viajar nos problemas que passam pela mente, sinta o que ocorre à sua frente – e só parta para os finalmentes quando for impossível resistir ao desejo.

RESPIRE 
O simples fato de inspirar e expirar em sintonia com seu parceiro vai aumentar a intimidade entre vocês. “Durante o ato sexual, é importante que a inspiração seja profunda e a expiração, solta e relaxada”, explica Elaine Lilli, terapeuta psicocorporal e professora de ioga, de São Paulo. Isso intensifica a excitação.

Coloque em prática: durante as preliminares, peça a ele que respire dez vezes junto com você. Depois, alterne a ordem: enquanto você inspira, ele expira, e vice-versa. Façam isso durante 3 minutos. Essa sincronia fará com que o clima e o tesão aumentem na hora! Siga um dos padrões (respirar junto ou de forma alternada) também durante o rala e rola. Acha que esse hábito pode cortar o clima na transa? Saiba que a respiração profunda é uma das bases do sexo tântrico. “Junto da expiração lenta, ela renova a energia do corpo, alivia o cansaço e exercita os músculos pélvicos”, explica Lu Riva, personal sex trainer, de São Paulo.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Veja como o exercício físico influencia sua sexualidade

Segundo especialistas, a consciência corporal é essencial para atingir o prazer

Se o exercício da sexualidade passa obrigatoriamente pelo nosso corpo, então a chave para uma vida sexual satisfatória passa pelo desenvolvimento da consciência corporal - despertada, muitas vezes, pela prática de atividades físicas. Unanimidade entre médicos, sexólogos e profissionais da dança: a consciência da forma física e a presença em si mesmo é a chave para auto-confiança e autoestima mais elevadas. 



Para que a sexualidade seja vivida, ela precisa ser sentida. E para isto é fundamental a utilização de nossos sentidos em combinação com nossos instintos. Há diferentes formas de se provar dessa experiência e se exercitar com frequência pode ajudar consideravelmente.  

Neste contexto, existe uma questão preliminar a qualquer prática física: a motivação. "A motivação pessoal é o único combustível com potencial para fazer as pessoas chegarem lá", destaca a sexóloga Maria Lúcia Beraldo. Sem ela não existe possibilidade de mudança. E se a sua vida sexual não está lá essas coisas, não adianta se iludir achando que as idas à academia vão mexer com a sua libido. Se você quer mais das suas experiências íntimas, se quer ir além das sensações já conhecidas, precisa se dedicar a conhecer o seu corpo e exercitá-lo de forma a desvendá-lo. 

A sexóloga ressalta a importância de se olhar para a sexualidade como uma extensão da maneira como se encara a vida. "Não é possível melhorar a sua vida sexual se em geral você tem medo de experimentar novas sensações. Se você permanece normalmente dentro da sua zona de conforto no dia a dia, fará o mesmo em relação ao sexo e aos momentos íntimos com o seu parceiro", afirma. 

 libido é muito mais do que estímulos hormonais. Por trás dela está o seu ânimo, o seu interesse em descobrir o outro e de se mostrar. Neste sentido, é fundamental a escolha do seu exercício físico. Conhecer e viver a sua sexualidade é algo que só você pode fazer por si mesma. Variadas modalidades de exercício, danças e estilos estão a sua disposição para que você descubra o seu.

Aqueles que envolvem música e ritmo tornam a descoberta do corpo um momento agradável. "A prática de um estilo como a dança do ventre, as danças ciganas e hispânicas, promove a libertação do feminino e acaba funcionando como uma terapia", afirma a psicóloga e professora de dança do ventre Kelly dos Reis Cavalcanti. Segundo ela, a dança tem o poder de mexer com a pessoa por dentro. "O ritmo da música precisa ser sentido para dar cadência aos movimentos. Uma coisa leva a outra e quando você se dá conta, está se sentindo bem", diz.  

A prática regular de uma atividade física também interfere diretamente num aspecto muito importante da sexualidade que é a boa forma física, consequência natural de um estilo de vida saudável. "A percepção de si mesma como uma mulher bonita é fundamental para uma vida sexual mais ativa" acrescenta Kelly. 

Saber que seu corpo desperta interesse funciona como uma fagulha no fogo do desejo que levará você e seu parceiro a momentos mais intensos.