quarta-feira, 19 de outubro de 2011

A combinação perfeita entre sexo e ioga


Sexo e ioga uma combinação perfeita

Para os casais que estão com a vida sexual morna, uma ótima notícia: A ioga pode ajudar a esquentar a relação sexual na hora H. A atividade tem como objetivo equilibrar as funções do organismo e ainda tem na flexibilidade e na respiração o segredo rumo a um grande prazer. Entre tantas vantagens, a ioga também auxilia a reduzir a ansiedade, fazendo com que os parceiros tenham uma vontade maior de praticar sexo para que dessa forma, tenham mais prazer em estarem juntos. Saiba que a meditação da ioga auxilia a enfrentar de maneira mais positiva o estresse do cotidiano. Ou seja, quando o casal está mais tranquilo, se atraem mais, o que eleva o anseio de permanecerem juntos. 
Sexo tântrico para o casal

O grande segredo é ter controle na respiração, tão valorizado no sexo tântrico, como uma forma de alcançar o orgasmo. Algumas mulheres realizam uma respiração pulmonar e ofegante durante a relação sexual e os homens não têm o conhecimento de que soltar a barriga é um dos melhores jeitos de prolongar a ejaculação. A contração comum da barriga deve ser passada para os músculos pélvicos, levando a energia vital para essa área. 

A prática da ioga leva a muitas vantagens para o nosso corpo. Algumas posições da prática podem ser usadas no sexo. Se a mulher ficar em cima, ela pode posicionar os joelhos na cama e segurar os seus tornozelos. Para fazer a posição de "cachorro", a parceira deve ficar em pé e permitir que o homem a penetre por trás, para depois posicionar as mãos no chão. Quando estiver quase no momento do orgasmo, inspire dois segundos e leve esse mesmo tempo para expirar. Isso eleva a energia sexual. Mulheres que não praticam ioga comecem já a fazê-lo!

O que é vaginite?


Vaginite é uma inflamação dos tecidos vaginais que pode ocorrer em mulheres de qualquer idade e ser causada por diversos organismos que infectam a vagina e também por substâncias irritantes, tais como o sabonete ou talco.
Alguns microorganismos que causam a vaginite são sexualmente transmissíveis, exemplos deles são: 

- Um fungo chamado Candida albicans produz um corrimento espesso e esbranquiçado;

- Um protozoário denominado Tricomonas vaginalis que causam um corrimento vaginal espumoso e mal cheiroso;

- Ou o crescimento exagerado de uma bactéria que é normalmente encontrada em vaginas saudáveis pode gerar um corrimento cujo odor lembra peixe.

A vaginite também pode ser causada devido ao estresse, má higiene e alguns produtos irritantes como preservativo, gel espermicida, roupas que retém a transpiração e etc.

Quais são os sintomas?

O sintoma principal da vaginite é o excesso de umidade ou um corrimento de aspecto amarelado na vagina. Um tipo de corrimento leitoso é considerado normal em todas as mulheres.

Você também pode perceber um odor desagradável proveniente da vagina. Coceira e ainda uma vulva com aspecto avermelhado, inchada que pode estar dolorida ou coçando. Se houver dor na região inferior do abdome ou um sangramento menstrual irregular deve-se procurar um médico com urgência.
Algumas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) podem simular a vaginite. Se você manteve relações sexuais sem o uso de preservativos e desenvolveu alguns dos sintomas acima, procure o médico.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é obtido através de exames realizados no consultório e laboratório que podem incluir a análise do corrimento vaginal, exame de urina e diversas culturas.

Como é procedido o tratamento?

Objetivo do tratamento é eliminar os microorganismos ou irritantes que estejam causando os sintomas.
Infecções são tratadas com antibióticos, antifúngicos, cremes ou pomadas bactericidas, comprimidos ou supositórios vaginais. O seu médico pode lhe recomendar a abstinência sexual por um tempo e recomendar o tratamento do seu parceiro sexual de modo a prevenir a reinfecção.
A vaginite que é causada por substâncias irritantes geralmente resolve-se ao serem retirados os agentes agressores. Em alguns casos é necessário adicionar ao tratamento o uso de cremes com corticóides ou com outros hormônios.

Qual a duração dos sintomas?

Os sintomas geralmente diminuem e desaparecem após um dia de tratamento. A infecção diminui em torno de uma semana com o tratamento. É muito importante que se tome a medicação corretamente durante o tempo prescrito, mesmo que os sintomas desapareçam antes, para prevenir a reincidência.

Que cuidados devem ser tomados?

Para diminuir os sintomas banhe-se com sabonete neutro e água morna (não quente). Passe uma esponja suavemente pela região genital, nunca esfregue e use roupas soltas e roupas íntimas de preferência de algodão e mantenha a área genital seca.

Entre em contato com o seu médico quando houver mudança no aspecto do corrimento em relação a cor, consistência ou volume.

Para evitar a vaginite o indicado é tomar banho diariamente com sabonete suave e água quente, usar roupas intima de algodão principalmente ao fazer exercícios físicos, evitar meia calça por muito tempo em dias quentes e úmidos, de preferência a papeis higiênicos sem perfume ou tinta e evite espermicidas de suas diversas formas. São esses pequenos cuidados que te ajudam a manter uma vagina saudável

Pipedream reconhecida pela U.S.C.A


A Pipedream foi contemplada com o premio de “Melhor presentes e novidades de Chatsworth de 2011”. O prêmio oferecido anualmente pela USCA ( U.S. Commerce Association) que é a associação do comércio dos Estados Unidos, reconhecendo as empresas por excelência de atuação em sua comunidade local.

“A cada ano, a USCA identifica empresas que acreditamos ter alcançado o sucesso do marketing excepcional em sua comunidade local e da categoria de negócios”, diz Kelly McCartney, conselheira da associação. "Estas são as empresas locais que melhoram a imagem positiva da empresa de pequeno porte através do serviço aos seus clientes e a comunidade."

A USCA reúne várias fontes de informações e análises de dados para escolher os vencedores em cada uma das categorias com foco na qualidade em vez de quantidade. Os vencedores são, então, determinados com base na informação recolhida internamente pela USCA. Pipedream CEO, Nick Orlandino diz que ficou agradavelmente surpreso quando ele foi notificado.

"Não tínhamos idéia de que estávamos mesmo na execução quando fomos informados que nós ganhamos", explica ele. "É uma honra saber que nosso trabalho duro e dedicação para melhorar a Pipedream nos últimos anos está sendo reconhecido até mesmo fora da nossa indústria." 

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Falta de desejo sexual


Muitas mulheres sentem falta de desejo sexual e não compreendem o que está acontecendo com elas. Se este é o seu caso, fique atenta, você pode estar passando por questões que não imagina serem capazes de interferir no apetite sexual. Problemas físicos ou psicológicos podem interferir no funcionamento adequado do desejo sexual e nem sempre a culpa é sua ou de seu parceiro.

A libido está relacionada a diversos fatores e a falta dela é igualmente complexa. Quando seu organismo está saudável e suas emoções equilibradas, você se sente bem e o desejo sexual é normal. Alguns detalhes como a autoestima elevada, o conhecimento do próprio corpo e a mente relaxada podem fazer toda a diferença para uma mulher sexualmente ativa.

Preguiça de fazer sexo

Se você está com muitos problemas financeiros e profissionais, sua vida sexual pode sofrer interferências. Fatores externos podem fazer com que a libido abaixe e o interesse sexual diminua, fazendo com que você sinta até mesmo preguiça de fazer sexo. Isso pode comprometer seu relacionamento e acabar afetando outras áreas, por isso é bom buscar a causa para estabilizar seu desejo.

Seu ginecologista deve ser consultado. Relate a ele a falta de desejo sexual e ele poderá avaliar se há algum problema físico. Com o auxílio do médico é possível resolver o problema que pode requerer o auxílio de medicamentos capazes de restabelecer a libido. Por meio de remédios é possível ainda repor hormônios que o corpo da mulher deixa naturalmente de produzir.

Se o problema não for físico e você não estiver enfrentando nenhuma fase complicada em sua vida, pode ser que o desinteresse seja mesmo relacionado ao parceiro. Tente ter uma conversa franca, sem ofensas, em busca de uma solução. Pequenas mudanças nos hábitos poderão ajudar para que você recupere o desejo sexual e consiga ter uma vida plena com ele.

O que é uma prostatite?


Prostatite é o nome de uma inflamação que se dá na próstata. Existem três tipos de prostatite: aguda infecciosa, crônica infecciosa e não infecciosa.

A prostatite aguda infecciosa é causada por bactérias, necessitando tratamento com urgência, a base de antibiótico. Os seus sintomas têm início súbito e são geralmente severos, incluindo febre, tremores e ardor miccional. Dos três tipos é a mais fácil de diagnosticar, porque os sintomas imediatamente chamam a atenção do doente e do médico. Uma visita ao médico ou a um serviço de urgência é essencial, sendo a hospitalização por vezes necessária. O tratamento se for precoce, é muito eficaz. 


A prostatite crônica é também causada por bactérias, embora possa também ser devida a fungos ou parasitas. Do mesmo modo, requer medicação com antimicrobianos, mas os resultados são freqüentemente ruins, não se conseguindo a cura da doença. Ao contrário da infecção aguda, os seus sintomas são pouco intensos, podendo incluir vontade de urinar freqüente, sensação de urgência urinária, ardor ou dor miccional e uma eventual dor na região do períneo.

A prostatite não infecciosa é mais freqüente do que a prostatite infecciosa e os  sintomas são mínimos, semelhantes ao da prostatite crônica infecciosa, mas não é causada por bactérias nem por fungos, sua verdadeira causa é desconhecida. O tratamento é muitas vezes difícil, já que a terapia antibiótica é ineficaz. São úteis, em alguns casos, tratamentos de ação cientificamente duvidosa, mas que conseguem efetiva melhoria das queixas dos doentes.
Apesar do seu nome, a prostatite infecciosa, tanto aguda como crônica, não pode ser considerada uma DST (doença sexualmente transmissível) pois não é uma doença contagiosa.

O modo como a próstata pode ser infectada não é muito claro. Sabe-se que os agentes causadores de prostatite geralmente provêem da uretra, por refluxo de urina infectada para o interior dos dutos prostáticos. Certas condições ou procedimentos médicos aumentam o risco de se contrair a doença. De fato, você passa a ter um risco aumentado de ter uma prostatite se: 

• Tem uma próstata muito aumentada de volume (hipertrofia benigna da próstata) provocando dificuldade miccional;
• Teve recentemente uma infecção urinária;
• Tem uma qualquer malformação congênita do aparelho urinário.

Como se confirma um diagnóstico de prostatite?

Se um médico suspeitar que você tem uma prostatite ou qualquer outro problema prostático, deve enviá-lo a um urologista  para confirmar o diagnóstico. O diagnóstico de prostatite é essencialmente clínico, baseado nas queixas e sintomas do paciente. Contudo, por vezes é necessário confirmar esse diagnóstico, especialmente quando se trata de uma recorrência da doença. Nesse caso pode ser necessário realizar alguns exames. A próstata é um órgão interno, pelo que o médico não a pode observar diretamente. Mas pode senti-la através do reto com o chamado toque retal, que permite dados preciosos sobre a dimensão da glândula, a sua forma, a sua consistência, as eventuais alterações de textura.

Qual o tratamento de uma prostatite?


O tratamento depende do tipo de prostatite. Para tratar uma prostatite aguda infecciosa é preciso uma terapêutica antibiótica durante 7 a 14 dias. Quase todas as infecções agudas ficam curadas com esse tratamento. Medicamentos analgésicos devem também ser administrados, para aliviar a dor e o desconforto. Embora raramente, a hospitalização seja necessária. Se a prostatite for do tipo crônica infecciosa, pode precisar de fazer uso de antibióticos por um período muito maior, entre 4 a 12 semanas. Mesmo assim, só cerca de 60% dos doentes ficam curados com este tratamento. Nos casos que não respondem à terapêutica, um esquema com antibiótico em baixa dose e por um longo período pode ser a única maneira de aliviar os sintomas. Em alguns casos, pode ser necessária a remoção cirúrgica da próstata, geralmente feita com técnicas endoscópicas, que utilizam a própria uretra como via de acesso, dispensando o desconforto de uma incisão na parede abdominal.
Se você sofrer de uma prostatite não infecciosa, não precisa de antibióticos, mas pode necessitar de outro tipo de medicamentos. Por exemplo, os alfabloqueantes, drogas que relaxam o tecido muscular prostático e reduzem a dificuldade miccional, podem ter bastante êxito. Uma dieta sem álcool, café ou picantes também podem aliviar os seus sintomas.

Deve ter em mente as idéias de que o diagnóstico só pode ser oferecido por um medico, e o tratamento correto é essencial para o tipo de tratamento. A prostatite é uma doença tratável, mesmo nos caso em que não é curável, seus sintomas podem ser amenizados desde que o tratamento seja seguido à risca. Por não ser uma doença contagiosa, o paciente pode ter uma vida normal, sem nenhuma contra-indicação e sem medo, pois uma prostatite não aumenta o risco de câncer.

Masturbação feminina

As principais virtudes da masturbação feminina, que visa a estimulação clitoriana, são o orgasmo e a tranquilidade.

Uma prática que ainda é um tabu

O termo derivado do latim “manus” de mão e “stuprare” (desonrar, profanar). Entendemos melhor porque esse ato foi condenado ao longo dos anos. A igreja católica afirma ainda que se trate de uma obscenidade. Ainda hoje, em uma época com uma linha de pensamento bem mais moderna, poucas mulheres admitem se masturbar (45% da mulheres se masturbam regularmente). Culpa? Vergonha? A educação tem um papel vital em nossa sexualidade, alguns pais proíbem os filhos de tocar no sexo, criando assim um bloqueio. Este pode ser um dos principais motivos do prazer ter se tornado tabu.

Encontrar seu equilíbrio sexual

Muitos estudos provam que as mulheres que se dedicam a esta prática são sexualmente mais ativas e que elas chegam ao orgasmo mais facilmente quando se masturbam. Então, para as mais resistentes, não hesite mais! Se masturbar é uma das melhores maneiras de conhecer seus pontos mais sensíveis, o seu próprio corpo: clitóris, ponto G e outras zonas erógenas. Uma vez que você se conhece será muito mais fácil para você guiar seu parceiro para um prazer sexual mútuo.

Para as experientes, ação!

Pernas abertas, quando sentada ou deitada, e vamos colocar esses dedos para trabalhar! Comece a explorar pela vulva com lentas carícias e um pouco de atrito. Abra bem os lábios, grandes e pequenos, para chegar ao seu clítoris. Brinque um pouco, para cima e para baixo, para frente e para trás, ou faça apenas um movimento circular se você for mais sensíveis. Determine seu ritmo, ache um que te provoque mais sensações e mantenha-o até o orgasmo.

Para as mais tímidas, utilize algum objeto

A vagina é profunda e de difícil acesso para suas mãos, utilize o auxílio de um objeto na penetração. Utilize o que atrair sua imaginação para explorar os prazeres da masturbação. Coloque-o na vagina e faça movimentos de vai-e-vem para obter uma fricção, encontre o ritmo a pressão exata que lhe oferecem mais prazer.

Para as preguiçosas, use um sextoy!

Massageadores, vibradores ou estimuladores de clitóris, hoje é extremamente fácil encontrar um que te agrade, afinal existe vários modelos, atualmente os estimuladores por sucção são os mais procurados. Eles possuem saliências internas que tocam e estimulam o clitóris quanto maior a sucção.

O uso de um sextoy é muito simples e de uma eficácia notável, ideal para quando você não quer fazer muito esforço ou quer atingir o orgasmo em pouco tempo. A ajuda deste objeto erótico estimula seu clitóris fazendo-o vibrar, ou melhor, saciar seus desejos. O único inconveniente é o contato frio e mecânico destes objetos

Prazer solitário ou compartilhado?

Se masturbar quando se está sozinha não é necessariamente uma compensação para falta de sexo. Isso ajuda a dar-se um momento de prazer em si mesmo, em que as restrições são esquecidas e onde todos os cenários e fantasias são permitidos. E ao contrário da crença popular, que os solteiros são os únicos a fazê-lo. Para aqueles que querem compartilhar esse momento com seu parceiro, isso é um sinal de cumplicidade e confiança. Se você olhar e pensar no que te oferece prazer, ele poderá mais fácil identificar suas preferências.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Sexo virtual




O domínio do computador por um número cada vez maior de pessoas, aliando as facilidades dos envolvimentos à distância e a privacidade oferecida pela Internet aumenta os praticantes de sexo virtual. Os desejos se expressam de forma explícita e ao mesmo tempo, sigilosa, pelos caminhos da internet, desencadeando uma moléstia, os viciados pelo sexo virtual.

Pesquisas revelam que os Estados Unidos são hoje detentores de mais de dois milhões de pessoas viciadas em sexo virtual. Os americanos chegam a navegar entre 15 a 20 horas por semana nos sites de sexo, no Brasil não existem dados estatísticos, mas certamente somos detentores de um número considerável de brasileiros nesta prática.

As pessoas criam uma fantasia “perfeita” com relação à necessidade da própria sexualidade, o sexo se transforma em excitação imediata que o simples fato de estar acessar a internet pode desencadear um estímulo sexual.

Homens e mulheres que vivem as próprias fantasias sexuais através de imagens e simulações levam a uma tamanha excitação que os tornam sexualmente satisfeitos, eliminando assim a necessidade e o desejo do contato sexual.  

A pessoa passa a viver de forma virtual, sem o contato com o outro, numa forma velada de masturbação, aparentemente com a imagem do outro. O isolamento e a privacidade ficam exclusivos que somente as pessoas colocando o computador em um local visível, poderão se proteger de um “enclausuramento virtual”.

O policiamento pessoal e a determinação, serão aliados importante no combate a este auto-isolamento virtual, pois a compulsão a visitar os sites de sexo, faz com que as pessoas vivam uma desestabilização psicológica, o sexo passa a ter o significado da realização imediata do desejo, sem o verdadeiro empenho na conquista ou interação pessoal.

O sexo pode e deve ser divertido, excitante e a fantasia é sua grande aliada para um excitamento agradável e prazeroso, mas é com carinho, toque, comunicação e atmosfera da relação com o outro a grande solução para a realização sexual, sem falar do pleno prazer proporcionado no contato com o parceiro.

Transformar o desejo e desenvolvimento sexual numa exclusiva atitude virtual, poderá convergir mais cedo ou mais tarde em transtornos conseqüentes, tais como impotência ou apatia sexual.

O prazer sexual, tenderá a se fechar em um mundo tão virtual, que o contato com o outro tenderá a ser visto como um retrocesso, o que definitivamente não é verdade.

O sexo é um complemento da relação, e precisa da conivência e da participação do outro, a fantasia pode ser o tempero, mas não deve ser o único meio de excitação e realização sexual.

O sexo virtual, quando vivido de forma sistemática, pode acarretar como conseqüência a destruição de relacionamentos e carreiras profissionais, uma vez que o foco do desejo fica centrado na virtualidade do prazer sexual, contribuindo para  um isolamento perigoso e doentio. Os relacionamentos a distância são sempre muito sedutores, a realidade nem sempre.

É necessário aprender a lidar com as diferenças, a virtualidade acaba anulando esta necessidade, o perfeito idealizado parece real. A virtualidade pode favorecer as situações sexuais novas, através da máquina, a pessoa, pode dar vazão as mais variadas fantasias, pode se excitar ao ponto de produzir um grande orgasmo, com a masturbação da era virtual.

Fonte: She.com.br