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sexta-feira, 8 de março de 2013

Maçã é bom para a pele


Dizem que comer uma maçã por dia é o segredo para ficar longe das doenças. E os especialistas no assunto também indicam que a fruta garante a longevidade, já que conta com um conjunto de propriedades que evita o envelhecimento precoce da pele. 



E pode se render à tentação da fruta à vontade, pois a maçã tem cerca de 60 calorias por 100 gramas e ainda auxilia no controle dos índices de colesterol, triglicérides e glicose no sangue, por causa da pectina, uma fibra solúvel presente na polpa, que possui a capacidade de arrastar gorduras para fora do corpo.
E essas mesmas fibras elevam a sensação de saciedade, diminuindo a vontade de comer "besteiras".

Nutrientes da maçã

maçã oferece ao nosso organismo altos teores nutricionais e previne uma série de males. A fruta tem ácido fosfórico, que ajuda a ter um sono tranquilo e evita a formação de cálculos renais. O cálcio, também presente na fruta, é ótimo para manter os dentes e os ossos. A celulose da fruta ajuda na digestão e funcionamento do intestino.

Mas, para aproveitar todos os benefícios e os nutrientes da maçã, é importante comer a fruta com a casca, pois é nela que todas as propriedades se concentram.

terça-feira, 5 de março de 2013

Anabolizantes podem causar problemas de ereção


O uso de hormônios esteroides, usados inadequadamente para ganhar músculos, podem prejudicar o desempenho sexual. Em resposta a dúvida de internauta, o colunista Jairo Bouer explica que anabolizantes só podem ser usados em casos específicos de saúde, e com orientação médica.

O internauta conta que usou anabolizante veterinário durante um mês e, nesse período, tinha ereções até ao andar de moto. Depois de abandonar o produto, passou a ter problemas de ereção.
"A testosterona injetada interfere no metabolismo dos testículos e eles deixam de funcionar como deveriam", explica Bouer, justificando o efeito colateral. Segundo o colunista, usar anabolizante para melhorar a vida sexual não funciona, e os médicos também não indicam o uso do produto para ganhar músculos.
Fonte: http://noticias.uol.com.br

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Masturbação


Masturbação significa proporcionar prazer ao corpo, em especial aos genitais, através do toque das mãos. A masturbação pode ser considerada uma das práticas sexuais mais comuns em toda a sexualidade humana.

É essencial dedicar um cuidado especial a higiene antes e depois da masturbação. Lavar as mãos com água e sabonete evita doenças causadas por germes.

Masturbação não faz mal a saúde.

Especialistas afirmam que do ponto de vista médico não existe qualquer problema na masturbação masculina ou feminina.

Não existe nenhuma evidência científica de que masturbação cause espinha, ganho de peso ou infertilidade.

E não tem como ninguém no mundo saber se você se masturba. A prática não deixa nenhuma marca ou seqüela. Não importa quantas espinhas você tenha no rosto, não há como ninguém saber se você se masturbou ontem à noite.

Recentemente alguns estudos mostraram uma possível relação entre adultos jovens que ejacularam (tanto em relações sexuais quanto na masturbação) mais que a média e um maior índice de câncer de próstata na terceira idade. No entanto, isto não quer dizer que a masturbação aumente o risco de câncer. Na verdade, o câncer de próstata está ligado à testosterona em excesso, e homens com testosterona demais tendem a se masturbar mais também.

Outros estudos mostraram que homens acima dos 50 anos que se masturbam com freqüência podem, na verdade, ser protegidos contra o câncer de próstata.

A masturbação não faz mal, como pode fazer bem. Inclusive para a vida sexual de ambos os sexos, como forma de autoconhecimento. Quem se conhece, tem mais prazer. Sabe onde deve ser tocado para sentir prazer. Isso é muito importante para a atividade sexual.

Masturbação e prejuízo da vida social

Não existe uma quantidade de vezes ‘normal’ para uma pessoa se masturbar. Cada caso é único. Mas vale a regra: se está atrapalhando a sua vida, se você se sente mal ou culpado ou a masturbação está ocupando lugar de relacionamentos sociais pode ser o caso de procurar ajuda médica.

Masturbação não causa mal nenhum, desde que não seja algo compulsivo. Se a pessoa interrompe sua vida social ou só consegue pensar nisso, pode ser importante procurar um médico.

Outro alerta está relacionado aos acessórios. Os especialistas recomendam usar somente mãos e dedos. Assim você se explora sem maiores riscos. Não é incomum pessoas ferirem-se ao usar objetos durante a masturbação. É preciso muito cuidado.

A masturbação e desejo sexual

A masturbação não acaba com o desejo na hora do sexo com o parceiro ou parceira. Pelo contrário, a tendência é aumentar a libido com tempo.
É claro que no caso de um rapaz se masturbar e querer ter uma relação sexual minutos depois. Vai precisar esperar um pouco.

Para as meninas, no entanto, não há limites. O organismo feminino não tem aquele tempo de espera que o masculino exige entre um orgasmo e outro. Isso por que mulheres não ejaculam. Assim, a masturbação pode não apenas não diminuir o desejo, como aumentá-lo.

O ato de se masturbar também ajuda na liberação de fantasias sexuais. A pessoa pode vivenciar as coisas que gosta em sua cabeça, e assim não ficar reprimida. Isto é bom para estimular o desejo. Quem se masturba conhece melhor o próprio corpo. Logo, é mais confiante sobre o sexo e isso diminui a ansiedade na hora da relação


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Argentinos recorrem para hipnose erótica


Uma técnica conhecida como hipnose erótica parece estar se popularizando na Argentina como ferramenta para induzir experiências sensuais e ajudar pessoas com disfunções sexuais.
Sem o uso de clichês, como um relógio balançando ou alguém dizendo "você está se sentindo cansado", a técnica é utilizada para obter algo próximo de uma experiência sexual sem contato físico.

"A hipnose erótica está na moda agora, e vemos isso pelo interesse que ela vem despertando em publicações especializadas ou na mídia", afirmou à BBC o psicólogo clínico Carlos Malvezzi Taboada, do Instituto Gubel, de Buenos Aires.

O terapeuta explica que o famoso relógio usado para hipnotizar nada mais é que ficção. Na verdade, a técnica é uma modalidade comunicacional em que o profissional, por meio da palavra, leva a pessoa a um estado de meditação profunda, aumentando sua capacidade de percepção. “Mas a pessoa sabe permanentemente quem é e nunca perde a consciência", diz Malvezzi.

Para ele, na clínica onde trabalha, o uso da hipnose não tem como objetivo aumentar o estímulo erótico, mas sim ajudar a quem sofre de disfunções sexuais.

"A pessoa é guiada, e a ela é proposto que faça um relato erótico por meio de um estado de distensão em que ela está mais receptiva”, diz o especialista. Segundo ele, isto faz com que a pessoa se abra mais em relação a aspectos que ficam reprimidos quando está em vigília.

Malvezzi diz que, quando uma paciente que sofre de anorgasmia (inibição do orgasmo) está em relaxamento profundo, ela possivelmente comentará sobre temas sem relação direta com sexo, que a permitiriam reviver as etapas do encontro sexual de maneira metafórica, levando a uma mudança no comportamento.

Já se o caso é de um homem com disfunção erétil, o especialista busca evocar momentos de satisfação e lembranças de experiências prazerosas para que, no estado de hipnose, a pessoa volte a se sentir capaz e reduza sua angústias.


Críticas


A técnica da hipnose erótica tem seus críticos. "Há certo exagero no uso da hipnose clínica para tratar os problemas sexuais", disse à BBC o sexólogo e professor da Universidade de Buenos Aires Juan Carlos Kusnetzoff. “Ela pode ser usada, mas alternada com outros procedimentos que fazem parte da terapia sexual", afirmou. 

"Depende muito também da habilidade do profissional e da capacidade de reação do paciente, já que nem todas as pessoas são sensíveis à hipnose. Isto apenas atinge uma porcentagem pequena da população sobre a qual se atua".

À primeira vista, é difícil determinar se uma pessoa está em um estado de meditação profunda qualificada como hipnose. Para constatar isto, especialistas defendem que se faça uma tomografia de emissão de pósitrons – antipartícula do elétron – para medir os fluxos sanguíneos no córtex cerebral.

Existe grande oferta de livros e vídeos, principalmente nos Estados Unidos, para que a pessoa entre em hipnose erótica sozinha. Especialistas não recomendam isto, além de criticar as clínicas que operam esta técnica sem a presença de médicos. "Na Argentina, como na maioria dos países da América Latina, somente médicos podem realizar hipnose", diz Malvezzi.

Riscos 

Entre os principais riscos apontados por especialistas, está a possibilidade do paciente entrar em um estado tão profundo de hipnose que não consiga sair, como se fosse uma hibernação.

Outro motivo de preocupação é que o indivíduo comece a preferir a experiência sexual com hipnose e não a realizada com outra pessoa. "Se vejo que a pessoa tem fortes rasgos de narcisismo, o mais provável é que adquira um vício, como se fosse uma droga", diz o psicólogo.

Os médicos também advertem para o perigo do abuso que pode ocorrer em uma situação de hipnose erótica com alguém sem experiência, que possa se deixar levar pela situação que esteja recriando.


Fonte: Delas

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Como detectar e prevenir o câncer?


Os números assustam: cerca de 500 mil novos casos de cânceres de colo do útero surgem a cada ano no mundo, matando 230 mil brasileiras, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer. Listamos a seguir os tumores ginecológicos, seus sintomas e tratamento. Sempre que surgir qualquer dúvida, oriente-se com seu médico.

Colo de útero

O mais letal, atinge mulheres de 20 a 29 anos, sendo que o risco aumenta até atingir a idade de 45 a 49 anos.

O que ataca: a parte inferior do útero.

Corre risco: quem iniciou a vida sexual precocemente, tem múltiplos parceiros, não faz higiene íntima adequada, usa contraceptivos orais por muitos anos e têm o vírus do HPV.

Sintomas: não apresenta sintomas específicos e somente o papanicolau é capaz de detectá-lo. Chega a provocar sangramento vaginal até mesmo entre a menstruação (mais longa e volumosa), após o período menstrual e depois de relações sexuais; corrimento vaginal e dor no baixo ventre.

Prevenção: usar camisinha durante a relação sexual e fazer exames periódicos. “O papanicolau é totalmente indolor e consiste na coleta de material (secreção) do colo do útero”, comenta a oncologista.

Tratamento: cirúrgico, acompanhado ou não de radioterapia e quimioterapia. “A conduta terapêutica depende do resultado anatomopatológico (estudo das alterações do tecido)”, acrescenta a médica.

Corpo uterino

Conhecido também como câncer de endométrio, ele é raro em mulheres jovens.
O que ataca: o endométrio, membrana mucosa que reveste a parede uterina.

Corre risco: quem nunca teve filhos, não tem vida sexual ativa ou teve a menopausa com idade avançada (acima de 52 anos).

Sintomas: sangramento anormal principalmente na pós-menopausa e aumento de volume do útero.

Prevenção: exames anuais de ultrassonografia transvaginal geralmente detectam qualquer anormalidade no endométrio.

Tratamento: cirúrgico, com acompanhamento de hormonioterapia (medicamentos com hormônios) ou quimioterapia.

Ovário

Menos frequente e mais letal, por seu diagnóstico tardio. Quando apresenta os sintomas, a doença já está em estágio avançado.

O que ataca: os ovários, que estão localizados um a cada lado do útero feminino.

Corre risco: pessoas com parentes que já tiveram câncer de ovário e quem nunca engravidou. “90% dos casos são esporádicos e não apresentaram fatores de riscos conhecidos”, alerta a médica.

Sintomas: demoram a aparecer e não são específicos. Pode apresentar dores na parte inferior do abdômen e aumento de volume abdominal. Má digestão e constipação intestinal também são indícios.

Prevenção: exames periódicos de ultrassonografia pélvica e transvaginal. “O diagnóstico definitivo será feito por cirurgia”, diz Silvana Gotardo.

Tratamento: Se detectada no início, a remoção de apenas um ovário já resolve. Já em estados avançados, são retirados os ovários, o útero e os linfônodos e estruturas ao redor. Pode ser necessária complementação do tratamento com quimioterapia.

Vaginal

Bem raro, representa apenas 1% dos tumores ginecológicos. Geralmente afeta mulheres na faixa de 45 a 65 anos.

O que ataca: a pele que reveste a vagina.

Corre risco: quem já teve outros cânceres ginecológicos ou foi exposto ao vírus do HPV.

Sintomas: corrimento ou sangramento vaginal, ardência e dores nas relações sexuais e, em casos mais avançados, feridas nas paredes da vagina.

Prevenção: exames clínicos periódicos.

Tratamento: cirúrgico ou radioterápico, variando conforme o grau de invasão do tumor.

Vulva

Ocorre principalmente em mulheres acima dos 50 anos.

O que ataca: com maior frequência a pele dos lábios vaginais externos, sendo mais raro nos internos e no clitóris.

Corre risco: quem tem lesões por causa de coceiras excessivas ou estão com o vírus do HPV.

Sintomas: coceira na vulva com ardência e dor na relação sexual. Em casos mais avançados, feridas com ou sem infecção e geralmente sem dor.

Prevenção: exame ginecológico periódico.

Tratamento: cirúrgico, com a retirada parcial ou inteira da vulva.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Tratamento contra o HPV



Muitos sofrem de HPV, ou Human Papiloma Virus, mas não sabem do que ele se trata e qual o seu tratamento. O HPV é um vírus que vive sob a derme e nas mucosas dos órgãos genitais das pessoas, como a vagina, pênis, vulva e colo de útero.

HPV é uma doença em que o indivíduo contrai por meio do contato sexual. Saiba que a doença é altamente contagiosa e sua melhor prevenção é o uso do preservativo na hora da relação sexual.

A mulher que suspeita do HPV, poderá realizar um diagnóstico inicial, que se baseia no papanicolau ou na colposcopia. Após a confirmação da suspeita da doença, a mulher terá que fazer um diagnóstico de certeza através de uma biópsia da região.
Tratamento contra o HPV

O tratamento contra o HPV depende de vários fatores, como a idade da mulher, o lugar e o número de lesões, se a paciente está grávida ou possui uma doença ginecológica. O tratamento consiste na destruição física ou química das lesões indicado pelo especialista, que deverá ser feita por meio de uma criocirurgia, laser, conização, cirurgia de alta frequência, ácido tricloro acético ou ainda por medicamentos.

A criocirurgia é um tratamento realizado com um instrumento que congela e mata o tecido anormal. O laser é usado em certos tipos de cirurgia para destruir ou cortar o tecido lesado. A conização retira um pedaço de tecido no formato de cone com a ajuda de um bisturi. A cirurgia de alta frequência é feita com um instrumento elétrico, que retira e cauteriza a área afetada. Já o ácido tricloro acético é um ácido aplicado pelo seu médico direto nas lesões. E por fim, os medicamentos são indicados para melhorar a defesa do organismo.

Portanto, se você suspeita do HPV, procure imediatamente um médico!

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Doenças mamárias


Muito tem se falado sobre as doenças da mama, com enfoque principalmente sobre o câncer. Hoje ocorre uma "cancerofobia" ou seja, um medo intenso do câncer, que faz as mulheres erroneamente pensarem que qualquer nodulação ou dor pode ser o sintoma de um câncer.

O objetivo deste artigo é acalmar, no bom sentido, essa cancerofobia, através do conhecimento das mamas, suas alterações normais e ensinar a reconhecer os sintomas de prováveis doenças.

É um pequeno guia com as alterações mais comuns, lembrando que existe ainda várias entidades não descritas neste artigo.

O desenvolvimento: A mama é formada por glândulas e em sua grande parte por tecido gorduroso. Na criança é formada por ductos e tecido conjuntivo, aumentando na puberdade devido ao aumento de hormônios, completando o seu total desenvolvimento em torno de 04 anos.

Após a puberdade, na idade adulta, a quantidade de tecido gorduroso aumenta juntamente com o desenvolvimento dos glândulas. Na menopausa ocorre atrofia, levando à flacidez, restando quase exclusivamente tecido gorduroso.

Alterações na criança: Antes da menina menstruar já se inicia o desenvolvimento das mamas, com o aparecimento do chamado broto mamário. Pode ser acompanhado ou não de vermelhidão, inchaço e dor no local, tendendo a desaparecer estes sintomas em poucos dias não devendo portanto ser motivo de grandes preocupações. Raramente o desenvolvimento das mamas é feito de maneira simétrica, podendo ficar uma mama maior que a outra. Quando essa assimetria é muito acentuada e provoca desconforto deve-se avaliar a necessidade de cirurgia corretiva.

Afecção Funcional Benigna das Mamas (AFBM): Antigamente conhecida como Displasia Mamária, hoje é aceita como uma resposta normal da mama às alterações hormonais cíclicas que ocorrem na mulher. Não se tem uma causa definida, acreditando-se que possa ser multifatorial. Os sintomas são variados, podendo se manifestar como dor, entumescimento e percepção de vários caroços dolorosos. A maioria da sintomatologia desaparece após a menstruação. O diagnóstico é basicamente clínico, ou seja, feito pelo médico, sem a necessidade obrigatória de exames complementares.

É mais comum em mulheres jovens, com poucos ou nenhum filho. O principal do tratamento deste caso é o esclarecimento à mulher sobre a doença, seus fatores determinantes e sua evolução benigna. Existe o tratamento medicamentoso e o não medicamentoso.

Ectasia Ductal: É muito comum após os 40 anos, sendo caracterizada por secreção mamilar e dor, sendo que na maioria das vezes essa secreção é escurecida. É uma das doenças que mais simula o câncer. Não se sabe a causa, mas sabe-se que ocorre uma inflamação nos ductos mamários. O diagnóstico é feito clinicamente e com ajuda de exames complementares.

Mastites: É a inflamação das mamas, ocorrendo principalmente durante a fase de amamentação. Em todos os casos é acompanhada de muita dor, vermelhidão, sensação de endurecimento e tumor no local. Pode ocorrer febre. O tratamento é medicamentoso e em casos extremos é realizada drenagem.

Dor Mamária: Apesar de não ser uma doença, vale a pena ser colocado devido à sua alta incidência. É causada principalmente por variações hormonais (excetuando-se as outras patologias) e em estudo não comprovado ainda por dieta inadequada. O diagnóstico é subjetivo e clínico e o tratamento é individualizado de acordo com o caso.

Autor: Dra. Maria Beatriz Piraí de Oliveira

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

O que é vaginite?


Vaginite é uma inflamação dos tecidos vaginais que pode ocorrer em mulheres de qualquer idade e ser causada por diversos organismos que infectam a vagina e também por substâncias irritantes, tais como o sabonete ou talco.
Alguns microorganismos que causam a vaginite são sexualmente transmissíveis, exemplos deles são: 

- Um fungo chamado Candida albicans produz um corrimento espesso e esbranquiçado;

- Um protozoário denominado Tricomonas vaginalis que causam um corrimento vaginal espumoso e mal cheiroso;

- Ou o crescimento exagerado de uma bactéria que é normalmente encontrada em vaginas saudáveis pode gerar um corrimento cujo odor lembra peixe.

A vaginite também pode ser causada devido ao estresse, má higiene e alguns produtos irritantes como preservativo, gel espermicida, roupas que retém a transpiração e etc.

Quais são os sintomas?

O sintoma principal da vaginite é o excesso de umidade ou um corrimento de aspecto amarelado na vagina. Um tipo de corrimento leitoso é considerado normal em todas as mulheres.

Você também pode perceber um odor desagradável proveniente da vagina. Coceira e ainda uma vulva com aspecto avermelhado, inchada que pode estar dolorida ou coçando. Se houver dor na região inferior do abdome ou um sangramento menstrual irregular deve-se procurar um médico com urgência.
Algumas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) podem simular a vaginite. Se você manteve relações sexuais sem o uso de preservativos e desenvolveu alguns dos sintomas acima, procure o médico.

Como é feito o diagnóstico?

O diagnóstico é obtido através de exames realizados no consultório e laboratório que podem incluir a análise do corrimento vaginal, exame de urina e diversas culturas.

Como é procedido o tratamento?

Objetivo do tratamento é eliminar os microorganismos ou irritantes que estejam causando os sintomas.
Infecções são tratadas com antibióticos, antifúngicos, cremes ou pomadas bactericidas, comprimidos ou supositórios vaginais. O seu médico pode lhe recomendar a abstinência sexual por um tempo e recomendar o tratamento do seu parceiro sexual de modo a prevenir a reinfecção.
A vaginite que é causada por substâncias irritantes geralmente resolve-se ao serem retirados os agentes agressores. Em alguns casos é necessário adicionar ao tratamento o uso de cremes com corticóides ou com outros hormônios.

Qual a duração dos sintomas?

Os sintomas geralmente diminuem e desaparecem após um dia de tratamento. A infecção diminui em torno de uma semana com o tratamento. É muito importante que se tome a medicação corretamente durante o tempo prescrito, mesmo que os sintomas desapareçam antes, para prevenir a reincidência.

Que cuidados devem ser tomados?

Para diminuir os sintomas banhe-se com sabonete neutro e água morna (não quente). Passe uma esponja suavemente pela região genital, nunca esfregue e use roupas soltas e roupas íntimas de preferência de algodão e mantenha a área genital seca.

Entre em contato com o seu médico quando houver mudança no aspecto do corrimento em relação a cor, consistência ou volume.

Para evitar a vaginite o indicado é tomar banho diariamente com sabonete suave e água quente, usar roupas intima de algodão principalmente ao fazer exercícios físicos, evitar meia calça por muito tempo em dias quentes e úmidos, de preferência a papeis higiênicos sem perfume ou tinta e evite espermicidas de suas diversas formas. São esses pequenos cuidados que te ajudam a manter uma vagina saudável

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O que é uma prostatite?


Prostatite é o nome de uma inflamação que se dá na próstata. Existem três tipos de prostatite: aguda infecciosa, crônica infecciosa e não infecciosa.

A prostatite aguda infecciosa é causada por bactérias, necessitando tratamento com urgência, a base de antibiótico. Os seus sintomas têm início súbito e são geralmente severos, incluindo febre, tremores e ardor miccional. Dos três tipos é a mais fácil de diagnosticar, porque os sintomas imediatamente chamam a atenção do doente e do médico. Uma visita ao médico ou a um serviço de urgência é essencial, sendo a hospitalização por vezes necessária. O tratamento se for precoce, é muito eficaz. 


A prostatite crônica é também causada por bactérias, embora possa também ser devida a fungos ou parasitas. Do mesmo modo, requer medicação com antimicrobianos, mas os resultados são freqüentemente ruins, não se conseguindo a cura da doença. Ao contrário da infecção aguda, os seus sintomas são pouco intensos, podendo incluir vontade de urinar freqüente, sensação de urgência urinária, ardor ou dor miccional e uma eventual dor na região do períneo.

A prostatite não infecciosa é mais freqüente do que a prostatite infecciosa e os  sintomas são mínimos, semelhantes ao da prostatite crônica infecciosa, mas não é causada por bactérias nem por fungos, sua verdadeira causa é desconhecida. O tratamento é muitas vezes difícil, já que a terapia antibiótica é ineficaz. São úteis, em alguns casos, tratamentos de ação cientificamente duvidosa, mas que conseguem efetiva melhoria das queixas dos doentes.
Apesar do seu nome, a prostatite infecciosa, tanto aguda como crônica, não pode ser considerada uma DST (doença sexualmente transmissível) pois não é uma doença contagiosa.

O modo como a próstata pode ser infectada não é muito claro. Sabe-se que os agentes causadores de prostatite geralmente provêem da uretra, por refluxo de urina infectada para o interior dos dutos prostáticos. Certas condições ou procedimentos médicos aumentam o risco de se contrair a doença. De fato, você passa a ter um risco aumentado de ter uma prostatite se: 

• Tem uma próstata muito aumentada de volume (hipertrofia benigna da próstata) provocando dificuldade miccional;
• Teve recentemente uma infecção urinária;
• Tem uma qualquer malformação congênita do aparelho urinário.

Como se confirma um diagnóstico de prostatite?

Se um médico suspeitar que você tem uma prostatite ou qualquer outro problema prostático, deve enviá-lo a um urologista  para confirmar o diagnóstico. O diagnóstico de prostatite é essencialmente clínico, baseado nas queixas e sintomas do paciente. Contudo, por vezes é necessário confirmar esse diagnóstico, especialmente quando se trata de uma recorrência da doença. Nesse caso pode ser necessário realizar alguns exames. A próstata é um órgão interno, pelo que o médico não a pode observar diretamente. Mas pode senti-la através do reto com o chamado toque retal, que permite dados preciosos sobre a dimensão da glândula, a sua forma, a sua consistência, as eventuais alterações de textura.

Qual o tratamento de uma prostatite?


O tratamento depende do tipo de prostatite. Para tratar uma prostatite aguda infecciosa é preciso uma terapêutica antibiótica durante 7 a 14 dias. Quase todas as infecções agudas ficam curadas com esse tratamento. Medicamentos analgésicos devem também ser administrados, para aliviar a dor e o desconforto. Embora raramente, a hospitalização seja necessária. Se a prostatite for do tipo crônica infecciosa, pode precisar de fazer uso de antibióticos por um período muito maior, entre 4 a 12 semanas. Mesmo assim, só cerca de 60% dos doentes ficam curados com este tratamento. Nos casos que não respondem à terapêutica, um esquema com antibiótico em baixa dose e por um longo período pode ser a única maneira de aliviar os sintomas. Em alguns casos, pode ser necessária a remoção cirúrgica da próstata, geralmente feita com técnicas endoscópicas, que utilizam a própria uretra como via de acesso, dispensando o desconforto de uma incisão na parede abdominal.
Se você sofrer de uma prostatite não infecciosa, não precisa de antibióticos, mas pode necessitar de outro tipo de medicamentos. Por exemplo, os alfabloqueantes, drogas que relaxam o tecido muscular prostático e reduzem a dificuldade miccional, podem ter bastante êxito. Uma dieta sem álcool, café ou picantes também podem aliviar os seus sintomas.

Deve ter em mente as idéias de que o diagnóstico só pode ser oferecido por um medico, e o tratamento correto é essencial para o tipo de tratamento. A prostatite é uma doença tratável, mesmo nos caso em que não é curável, seus sintomas podem ser amenizados desde que o tratamento seja seguido à risca. Por não ser uma doença contagiosa, o paciente pode ter uma vida normal, sem nenhuma contra-indicação e sem medo, pois uma prostatite não aumenta o risco de câncer.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Vacina melhora resposta contra HIV


Uma vacina desenvolvida no Centro Nacional de Biotecnologia da Espanha não conseguiu impedir totalmente a infecção pelo HIV, mas conseguiu limitar a doença a níveis semelhantes a herpes. A vacina foi testada em 30 pessoas saudáveis, sendo que 24 receberam o medicamento e 6 receberam placebo.
 
Dos voluntários, 90% desenvolveram uma resposta imune ao vírus, deixando a infecção muito menos grave. Além disso, 85% deles mantiveram a resposta por pelo menos um ano. Agora os pesquisadores vão testar se a vacina também tem efeito em pacientes já contaminados pelo HIV, diminuindo a carga viral.

Para ler mais sobre a pesquisa acesse jvi.asm.org

Fonte: Doutor Jairo Bouer

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Higiene sexual


Vivemos num mundo muito mais preocupado com germes e bactérias antes ignoradas por todos. Muitos vírus e micro-organismos podem ser transmitidos por falta de higienização como o vírus HPV que pode ser contraído por toalhas sujas ou assentos de sanitários. Muitos casos de corrimento em mulheres se dão por uma não higienização das mãos ou dos objetos que são usados para masturbação. Por conta disso é importante tomar alguns cuidados importantes para uma vida mais saudável.

Uma vez que você se toque sem antes ter tido uma higienização correta das mãos ou dos objetos utilizados, as chances de uma infecção por bactérias e fungos crescem consideravelmente. Por isso é importante lembrar-se de ao menos lavar as mãos antes de se masturbar.

Uma pesquisa americana sobre uso de vibradores constatou que 40% das mulheres entrevistadas não limpa, ou limpa de forma errada, destas, 13,8% nunca limparam, 21,6% só limpam após o uso e 4,6% só limpam antes. Estes dados não devem ser muito diferentes no Brasil.

O certo seria lavá-los e higienizá-los antes e depois, para não correr o risco de uma vaginite, por exemplo. Lave sempre com água morna e sabão neutro, tomando maior cuidado com os que não são resistentes a água, para estes evite o contato da água com o compartimento da pilha/bateria. Enxugue com um pano sem fiapos, não use toalha de papel ou tecido de algodão. Outra solução, para não ter tanto trabalho é utilizar um preservativo nos objetos.